
Ela vem e vai, como um vento rebelde que não pára
Mas quando fica, inunda toda a inocência presente.
Não é vítima de um louco que anda à solta,
Apenas se fez cúmplice nos seus dias de loucura.
E a sua voz, rasga e arrepia o corpo de quem quer,
De quem sabe o que deseja.
Pois ela vem e vai
Nada fica, tudo muda.
Mas há sempre um brilho mágico que a faz voltar à loucura
Da caça de um louco à solta,
Onde o vento caça o louco num ápice fugaz
E desfaz o seu corpo em pedaços de loucura.
Uma cúmplice que se rende e faz render entre a sensualidade
Do seu jovem corpo de mulher,
Para o louco é fatal, porque ela vem e vai
Ela é vento rebelde que não sabe o que quer.
Mas quando fica, inunda toda a inocência presente.
Não é vítima de um louco que anda à solta,
Apenas se fez cúmplice nos seus dias de loucura.
E a sua voz, rasga e arrepia o corpo de quem quer,
De quem sabe o que deseja.
Pois ela vem e vai
Nada fica, tudo muda.
Mas há sempre um brilho mágico que a faz voltar à loucura
Da caça de um louco à solta,
Onde o vento caça o louco num ápice fugaz
E desfaz o seu corpo em pedaços de loucura.
Uma cúmplice que se rende e faz render entre a sensualidade
Do seu jovem corpo de mulher,
Para o louco é fatal, porque ela vem e vai
Ela é vento rebelde que não sabe o que quer.
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