
O corpo é o reflexo da alma que dança,
Seduz,
Que pára e controla um dom
Divino, mal-entendido de passagem
Que por suposição se reflecte no ter e não ver
Que assumes consciente ,
Arrogante nesse teu subtil olhar
Capaz de seduzir a vaidade no seu estado mais puro.
E diante do espelho és apenas carne,
Ossos , nervos e insatisfação
Que caminha integra na sua simples maneira de acreditar
Que o poder de ver o que não está se afirma constante nessa mágoa.
Um desejo, na forma mais complexa dos teus sentidos
É a imagem que vês, que foge mesmo antes de a veres em si
No receio da desilusão que corre mais do que a própria quando o traz.
Partiu na saudade ,
Voltou na ilusão que te fascina ,
Que te faz sempre querer voltar
À rotina suicida viciada no controlo de cada passo que dás.
Que pára e controla um dom
Divino, mal-entendido de passagem
Que por suposição se reflecte no ter e não ver
Que assumes consciente ,
Arrogante nesse teu subtil olhar
Capaz de seduzir a vaidade no seu estado mais puro.
E diante do espelho és apenas carne,
Ossos , nervos e insatisfação
Que caminha integra na sua simples maneira de acreditar
Que o poder de ver o que não está se afirma constante nessa mágoa.
Um desejo, na forma mais complexa dos teus sentidos
É a imagem que vês, que foge mesmo antes de a veres em si
No receio da desilusão que corre mais do que a própria quando o traz.
Partiu na saudade ,
Voltou na ilusão que te fascina ,
Que te faz sempre querer voltar
À rotina suicida viciada no controlo de cada passo que dás.



