
Não me procures.
Não espero por quem o espírito é precipitado,
No desequilíbrio da acção mais inconsciente.
O vício corporal é,
A facilidade mortal que me consome
Parte de mim, parte do que sou
E de quem eu não sei.
A porta aberta, não te atrevas a entrar.
Agora não,
Deixa-me só,
Quero ficar esquecida nas sombras de mim ,
De alguma espécie de morte
Espiritual ,
Inventada no corpo que não chega vestido de escárnio mal sentido.
É tarde mas demora um pouco mais,
Pois é fatal esse teu arrivismo consumido,
Esquecido de nós,
No hoje disfarçado de nunca mais.
No que julguei saber,
Pouco sei eu da vida que não vivo.
Não o meu corpo,
Não a essência de mim mas sim a minha voz.
Parte-me a alma sem deixar vestígios.
Mas não agora, talvez amanhã.
Não quero ser ainda nada
Antes de ser senão o nada que corre em mim.
Não espero por quem o espírito é precipitado,
No desequilíbrio da acção mais inconsciente.
O vício corporal é,
A facilidade mortal que me consome
Parte de mim, parte do que sou
E de quem eu não sei.
A porta aberta, não te atrevas a entrar.
Agora não,
Deixa-me só,
Quero ficar esquecida nas sombras de mim ,
De alguma espécie de morte
Espiritual ,
Inventada no corpo que não chega vestido de escárnio mal sentido.
É tarde mas demora um pouco mais,
Pois é fatal esse teu arrivismo consumido,
Esquecido de nós,
No hoje disfarçado de nunca mais.
No que julguei saber,
Pouco sei eu da vida que não vivo.
Não o meu corpo,
Não a essência de mim mas sim a minha voz.
Parte-me a alma sem deixar vestígios.
Mas não agora, talvez amanhã.
Não quero ser ainda nada
Antes de ser senão o nada que corre em mim.
obg ^^
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