
Há um segredo preso nos lábios.
Há pedaços que recusam ser esquecidos,
Em palavras cheias de medo da liberdade;
De um sentir,
Sem nunca esquecer que o pecado está em não agir perante a loucura,
Que aproxima e domina a sanidade.
E o silêncio arrancado pelo corpo dócil carece,
Preso no grito desse teu peito selvagem.
Feito de pequeno animal que corre sedento num sadomasoquismo
Quente e arrepiante,
Onde imploras o meu sangue
E o suor da minha figura apertada e desenhada em ti.
Ser o sustento ou o ambição em exageros fascínios.
Sou presa dependente do teu vício.
Crava de novo as tuas garras em mim.
Que poema lindo!
ResponderEliminarEscreves mesmo bem e tão puramente...
Não tens que agradecer. Gosto muito dos teus poemas ;)
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