
Pegadas em história simuladas
De todos os pensamentos não libertados
Já o cansaço cessou a passagem
E finalmente o sol rasgou um caminho
Traçado de sangue,
Onde as memórias pintadas
Dançam agora em tributos ridicularizados,
Capazes da farsa eminente em cada língua.
O passado chora futuro,
O presente desiste,
Quando a pressa não tem dono
Salva-se o efeito impotente,
A malícia grita vitória em maioria absoluta.
Ninguém o vê, quem fala não sente
E quem sente não vem.
Cerram-se as portas,
Amanhã de novo o mesmo chão.
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