
És pedra imóvel que nem com o tempo se gasta.
Constróis a avenida do meu pensamento com falhas invisíveis,
Que derrubam quem quer passe,
Apressado, fingindo sempre saber o que faz.
Atropelando a minha vulnerabilidade nada mais há a fazer,
A não ser caminhar descalça pelas fendas que me rasgam o andar.
Pela rua fora circula sangue derramado,
Sangue que lava a fúria do teu estranho caminhar.
É criação mutante que corrói toda a noção de ser.
E dançando à chuva,
Ao som dos gritos de desespero és frágil na madrugada,
Ansiada pela amargura do não saber porquê.
Perco-me de novo na esquina da tua mente,
No palco de eternos falsos actores.
Desejos incontroláveis batem à porta da minha insanidade em forma de caixa de cristal.
Eu sei que os ovos não devem dançar com pedras,
Mas ensaia mais uma vez comigo,
Numa avenida desconhecida que transforme o momento numa dança intemporal.
Constróis a avenida do meu pensamento com falhas invisíveis,
Que derrubam quem quer passe,
Apressado, fingindo sempre saber o que faz.
Atropelando a minha vulnerabilidade nada mais há a fazer,
A não ser caminhar descalça pelas fendas que me rasgam o andar.
Pela rua fora circula sangue derramado,
Sangue que lava a fúria do teu estranho caminhar.
É criação mutante que corrói toda a noção de ser.
E dançando à chuva,
Ao som dos gritos de desespero és frágil na madrugada,
Ansiada pela amargura do não saber porquê.
Perco-me de novo na esquina da tua mente,
No palco de eternos falsos actores.
Desejos incontroláveis batem à porta da minha insanidade em forma de caixa de cristal.
Eu sei que os ovos não devem dançar com pedras,
Mas ensaia mais uma vez comigo,
Numa avenida desconhecida que transforme o momento numa dança intemporal.
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