
Despe-se a lua
E os gatos lá fora lançam feitiços inquebráveis.
Pureza mansa corre no tempo
Moribundo, inexistente no seu permanecer
Irritam-se as mentes e inquietam os sonhos;
Severas palestras num choro de criança me atropelam,
Ao som do abandono.
Divindade adquirida em sonetos assombrados em telhados,
Quebram os incertos passos vadios.
Gatos da noite em fuga,
Ecoam as vozes bem longe num refúgio,
Penetram-me a alma;
Acariciando as patas firmes sobrepostas em ti
És alvorada, ou incerteza
Num orvalho em canção de fado sem melodia.
Adoro frases que descrevem a natureza, e principalmente quando une-se com música e poesia.
ResponderEliminarEstá lindo querida, gostei imenso <3
ó, obrigadaaa :) mesmo!
ResponderEliminarquem me dera, não ter de recordar momentos..
oh obrigada :)
ResponderEliminarAdorei, está maravilhoso (...)
ResponderEliminarOs teus poemas são tão sentidos, tão bonitos!
Amo, amo, amo!
ResponderEliminarObrigada querida!
ResponderEliminargosto disto!
ResponderEliminarobrigada pelo comentário, e pela música.
ResponderEliminare sim, sempre que nada me parecer bem, eu vou rasgar o tempo :p
adoro a música! adoro mesmo :)
um beijinho *